terça-feira, 4 de março de 2008

Série Desabafo - parte 1

É como a música: "nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas....
aprendendo a jogar!"

E assim vamos vivendo, neste mundo, literalmente, medíocre, que a cada dia mais me assombra. Curioso e diferente, sem dúvida; mas, sobretudo, bizarro. Porém, nem tudo está perdido, me parece. Em meio a tanta ..... coisa, aprendemos mais um monte de coisas; e refletimos também. E aí é que voltamos lá no início, para perceber que, por muitas vezes - não todas - tanto sacrifício não valeu a pena. Nem um pouco...

PS: Saudades do meu pai; me afogam, desnorteiam, me tiram do prumo. Vc era e ainda é - o meu norteio. Só não descobri o porquê..

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Sei lá, entende?...


Há dias entro aqui para publicar novo post, mas as urgências profissionais novamente têm suplantado as pessoais. E a cabeça vai se acumulando... No post anterior, escrevi coisas bem íntimas e pouco-decifráveis. Era esse o objetivo e verifiquei que o atingi. O que não parece, por um lado, claro, às outras pessoas, devido às minhas vagas palavras, está muito claro em minha cabeça. Lá venho eu com minha falta de tempo (de saco) pra continuar o raciocínio e de Patropi, pra deixar tal raciocínio comigo mesmo. Amanhã retorno; prometo...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Poesia surda... cega... muda.

Deleite visual, cansaço físico, chuva esperada e muita atividade mental no feriado. Foi legal e produtivo. Principalmente para me lembrar de que coisas especiais e únicas serão sempre assim. "O plano" é... o que já foi escrito, lido e dito. É este o plano perfeito. Pois bem: a minha atividade mental num "ritmo carnavalesco", porém numa cadência muito serena, me permitiu compreender isto. O meu sonho existe, sempre existiu. E já que dizem que "a vida é a arte do encontro", espero que ela esteja apenas mostrando atalhos por aí - como já mostrou um dia -, para confirmar que o rumo final é o já sabido. É este "o plano" traçado. É esta a esperança... ETA.

Hoje, começo tudo de novo; como um robô; sem graça. Só espero que a coragem possa dar lugar ao medo; e que, enfim, eu tenha a chance de transmitir a confiança, serenidade e tudo o mais que é necessário para se concretizar o "plano"; e tirar do meu coração o que sinto agora: amor, dor e muita, muita saudade...

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

olha o estrondo do elefantinho...


Passei aqui só p dizer que não tô nem um pouco afim de escrever nada. Garota enxaqueca. Rs...

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Um natal "inesquecível"...


Após 3 meses, resolvo quebrar o silêncio, criar coragem e escrever um post. Mas garanto que não é fácil. Queria fazer destas palavras um rito de passagem. Este ano, como qualquer outro, me deixou muitas lembranças, bons momentos, boas oportunidades profissionais, muito desgaste físico e emocional e uma série de perguntas - que, acredito, fielmente, têm me feito pensar no sentido da vida. Isto tudo me faz registrar o 2007 como um ano de crescimento, que jamais poderei me esquecer; e sim, agradecer a Deus por ter acreditado em mim.


Mas por outro lado - não como nos outros anos - quem dera o fosse - nunca poderei me esquecer deste 2007. Foi o ano em que entendi que certas ausências jamais poderão ser superadas e que o tempo nunca vai amenizar a dor (a minha dor). Hoje, assim como nos outros anos, não comemoro o Natal; mas nesta história não há culpados; há apenas uma história a ser cumprida. E por isso, aceito tal desígnio e rogo a Deus para que cuide bem do meu atleticano; que ele esteja fazendo sua festança como sempre gostou.


Pai: olho agora para as inúmeras fotos suas que espalhei pelo meu quarto - cada uma mais fofa que a outra. Não me canso de olhar, nem de chorar ao ver o seu linguão de fora. Mas me sinto abençoada por vc e com o coração confortado.


Amo você. Passou de meia-noite. É natal. Fique conosco e aí, com Deus...

sábado, 22 de setembro de 2007

Amor eterno


A vida me pregou mais uma peça. Desta, porém, nunca gostaria de ter sido espectadora. Entretanto, já que faço parte deste roteiro, faço do seu último ato a minha primeira e singela homenagem a você, meu querido PAI: gostaria de ter podido contar com apenas alguns minutos a mais para ter-lhe dito todas as palavras de amor que faltaram; mais do que as tantas que já tinha lhe pronunciado e menos do que aquelas você sempre merecerá ouvir. Há algum tempo, li que as pessoas que passam por nós vêm sozinhas, mas nunca vão sozinhas; sempre deixam um pouco de si e levam um pouco de nós. Vc deixou, meu pai, toda a sua alegria, coragem, simplicidade; e peculiarmente, o bom-humor, mesmo nos seus momentos mais difíceis, de dor lancinante e limitação física. Por isso, procurarei sempre me lembrar do seu humor; e sempre terei "vergonha" de pensar em desistir de tudo, quando a vida me transmitir tristeza suficiente para tanto. Nestas horas, pensarei em você, no choro que você nunca gostou de ver, na força que você sempre buscou, quando pensávamos que tudo estava perdido. Vou me lembrar de todas as nossas brincadeiras, palhaçadas, que só faziam sentido pra nós - e me lembrarei, também, que parte dessa minha "força" virá de você, que agora, tenho certeza, está proporcionando alegria a outras pessoas, tão iluminadas e evoluídas quanto você.

P.S. Um pequeno pássaro insiste em sobrevoar os galhos da árvore defronte à minha janela. Parece ser você, me dando um alento e querendo dizer: "agora estou livre". Mesmo se não for, vou pensar que sim para minimizar a minha dor.

Pai: amo você; me abençõe e fique bem aí, tá?

Que cerrem-se as cortinas... e que se apague a luz....

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Sem palavras


Hoje vi meu mundo passar do chão. Hoje, meu pequeno mundo perdeu o brilho. Hoje, percebi que o sofrimento tem um grande poder de auto-superação...

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Depois de algum tempo...


Noite mal-dormida... novo aperto no coração. Uma pessoa especial me mandou uma mensagem que deixo aqui registrada pensando em outra mais especial - deixarei aqui para ler sempre, retornar e renovar as forças. Novamente, só peço que tudo dê certo...


"Depois de algum tempo você aprende a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. Aprende que amar não significa apoiar-se e que companhia nem sempre significa segurança. Começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. Aceita suas derrotas. Descobre que as pessoas com quem você se importa são tomadas de você depressa, por isso sempre deixe as pessoas que ama com palavras amorosas. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. E aprende que pode suportar... que pode ir mais longe depois de pensar que não agüenta mais".

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Basura

Tá osso a coisa. Trabalhando demais. Quero me divertir, mas não tenho tempo. Ou se tenho, não tenho energia; durmo e vejo televisão: com o olhar parado, que nem autista. E se tô com energia, é hora de ir pra ginástica. Mas não vou. Aproveito pra fazer as coisas profissionais acumuladas. Pode? Nem sei da minha Kika; deixei muita gente de lado - inclusive eu -. Já tô até perdendo a hora de manhã e ontem, achei que ia bater as botas. Tô que nem dublê de modelo e artista que não tem nada pra fazer - diz que tá "cheio de projetos". O pior é que eu tô mesmo (projetos de alunos). Nem... Que lama.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Leave me

Em uma de minhas raras aparições, entrei no blog de R ou D... Vi o recado de Love para R ou D, dizendo: "... Ponto Com Ponto Bê Érre". Então resumo suas palavras, L:

C... Leave me.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Humpf!


Que falta de paciência dos diabos, de gente esquisita, de muito trabalho, de lugar com gente blargh, de pouco tempo pra fazer o que gosto muito, de faltar alguém pra também gostar muito, de tanta incerteza e, inclusive, de continuar escrevendo essa mensagem no blog. Tô com o saco cheio até de olhar no espelho. Até porque, se eu tiver de olhar no espelho e se for do carro, terá de ser o do lado esquerdo; minha maré de azar e meus delicados movimentos manuais partiram o vizinho destro ao meio.
Pra dizer a verdade, a falta de paciência se traduz em apatia mesmo... desânimo, vontade de falar menos ainda. E de mudar pra famosa Groenlândia.. Um dia ainda vou lá nesse tal lugar...

sábado, 11 de agosto de 2007

Ermitã

Quem me conhece sabe que não sou de falar muito. Sabe que não deve perguntar muito. Sabe q quero ficar no meu canto. Nada mais a dizer. Só a pensar. E olhe lá...

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Lerê, lerê...


Volta às aulas. E quanta aula. Afff!... Gente nova, mas gente boa. Volta à ginástica: preguiça... mas sou assim mesmo. O lance é começar. Agora a rotina tá voltando, tem jeito não. Me dê forças, GOD, por amor de Caim....

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Show de "bola". Literalmente, "bola"...

A Lua estava um E S P E T Á C U L O hoje. Cheia de si, podendo mesmo, me fazendo atá esquecer que, ao olhar para ela, estava no trânsito, na hora do rush. Parecia que aquela enorme bola branca na negra imensidão iria nos engolir. Talvez fosse boa idéia. Pelo menos, não ficaria tentando entender certas coisas e certas pessoas. Quanto mais me esforço, menos entendo. E em meio a tanta incompreensão e esforço, me pus a pensar no quão pouco valemos e quanto deixamos de fazer o que nos interessa. Hoje estive no velório do pai de uma amiga. Sua ida iminente era esperada, mas não de forma tão súbita. Isso me fez pensar que só preciso ser feliz. E aquelas coisas, aquelas pessoas, espero que tenham tempo para pensar no tempo que se vai; que se esvai pelas suas mãos; levando junto a sua felicidade; e talvez a de outros também..

terça-feira, 24 de julho de 2007

É.............

O momento profissional continua compensando tudo. Pra dizer a verdade, anda até me assustando... Enfim, pra comemorar isso, fui à frente. E confesso minha incompetência em não ter dado uma de caranguejo. Td bem. dei uma morrida, mas nada como o tempo. P variar, deixo o entendimento comigo mesmo. As férias tão acabando...

De metrô é mais rápido

Então; preguiça... tô atrasada pra dizer como foi o meu retorno de C. Aliás, não mais atrasada do que os aeroportos. Simplesmente foram 5 horas e meia de espera. ou seja, preciso comentar? Realmente, não...
Apesar de não precisar comentar, vale dizer que por pouco o estresse não valeu a viagem. Mas valeu. Sempre vale... No mais, meio confusa ainda. Dxa pra lá...

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Apagando o que desmerece registro

Pulei mais uma etapa da minha vida. Agora é pra sempre. Precisava fazer isso; aliás, é o que mais tenho feito, ultimamente. Tô jogando fora o que não me cabe e usando minha racionalidade. Não dá pra ficar totalmente feliz com os resultados, mas dá pra ficar orgulhosa da coragem em tomar decisões, nem sempre fáceis. Neste caso sabia qual seria o desfecho; mas resolvi abrir uma brecha ao acaso para que não me arrependesse depois. Na verdade, acabei me arrependendo muito foi do contrário: de ter aberto mais uma janela para o acaso.

Outra coisa interessante é que quando fecho as janelas, fico de certa forma aliviada e espero começar uma vida diferente. Mas aí surgem os fantasmas. Eles já me assustaram bastante; não me assustam nem mexem comigo mais; à exceção de um. Um apenas, que me faz lembrar de tudo o que eu sentia há tempos; e que me faz saber que estava certa no que pensava.

Se não entenderam o que eu disse, não é pra entender mesmo. Estou apenas pensando ... por meio das palavras. É isso o que eu sei fazer; diante de tudo, é isso o que eu posso dizer que faço sem me atrapalhar.

É isso. Bye, C. Da próxima vez será mais prazeroso te visitar, rever suas ruas bucólicas e charmosas e suportar o frio com muita elegância - porque aqui todo mundo é bem elegante e fino....